Quando a cor é a textura

A fotografia em preto e branco é algo bastante valorizado para que uma peça se torne “fine art”… Particularmente acho que definir uma fotografia como arte ou não independe de cores ou falta delas. Tem um fotógrafo, que produz imagens muito marcantes. Um italiano, Franco Fontana, que usa as cores de maneira “indecentemente” interessante.

Sabe onde é Benin?

Benin, ou República de Benin, na época das colônias era Dahomey. Um país africano que nos dá de presente um baita fotógrafo! Descobri por acaso Leonce Raphael Agbodjelou, passeando por imagens na internet e fiquei emocionada com as cores e a força dessas fotografias. Pelo que pude pesquisar no velho e bom Google, o pai…

Uma homenagem

Abertura das Olimpíadas de 1984. Los Angeles, a televisão e todos aqueles comentários imbecis pertinentes… e eu fazia o que? Estava no apartamento de Virginia Portocarrero, deliciando-me encantada com fotos que ela mesma tirou na II Guerra Mundial, quando foi enfermeira da FEB. Cada imagem fazia voar minha imaginação, e ficava cada segundo mais claro…

Dorothea Lange (1895-1965)

  Nascida em Hoboken, New Jersey, filha de imigrantes alemães, estudou na Columbia University, tendo como professor o fotógrafo Clarence H. White. Em 1912, abriu um estúdio fotográfico em São Francisco. Começou a trabalhar como fotógrafa retratista, mas, mesmo interessando-se pelo aspecto psicológico dos seus sujeitos, o seu trabalho é sempre ligado ao estilo pictórico…

Julia M. Cameron

    Julia Margareth Cameron nasceu em Calcutá em 1815. Seu pai era um oficial da Cia. das Índias Ocidentais inglesas, sua mãe uma francesa filha de aristocratas. Sua educação foi realizada na Inglaterra e na França.   Algumas de suas fotos:                        

Cartier Bresson

  O cara era bom mesmo… reza a lenda que a máquina dele vivia na mesma configuração… Quem sabe, sabe!