A Arte de fazer arte contemporânea

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Imaginem um sujeito que, baseando-se em clichês e estereótipos de artistas criou os seus próprios?

Esse é o caso de Bruno Moreschi:

“Analisei dez enciclopédias de arte, e fiz um estudo dos padrões de artistas que aparecem nessas obras”, disse Moreschi , “Criei os 50 artistas seguindo esses padrões: o japonês minimalista, a latino-americana que faz obras coloridas”.

Ele estudou enciclopédias de artistas e chegou a conclusão que a maioria dos artistas é branca, européia e do sexo masculino.

“As mulheres selecionadas para aparecer nessas enciclopédias costumam ter fortes posicionamentos feministas. Os negros, um trabalho ligado à questão racial”, exemplifica.

Então ele criou os artistas e mais, criou mais de 300 obras em diferentes estilos. Ele afirma que essas obras são paródias.

O site da Unicamp entrevistou também sua orientadora que afirma que ele foi aprender a fazer arte, aprender as técnicas. Para a professora Lygia Eluf. “O que o Bruno está fazendo é discutir o sistema da arte contemporânea, como essa arte é legitimada. Ele está dizendo: ‘Pessoal, vocês estão fazendo tudo errado’”, completou Lygia que ainda afirmou:

“No fim, a arte é um truque – mas por trás dela há o artista, que transforma o truque em mágica”.

Para dar uma olhada no livro/dissertação de Bruno é só clicar AQUI

Fonte: http://www.unicamp.br/unicamp/noticias/2014/01/29/dissertacao-poe-arte-contemporanea-em-xeque

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